Lothem — Inteligência em Crédito

Crédito PJ recusado

O banco negoue não disse por quê

Ele não é obrigado a dizer. Mas existe um motivo, e ele tem nome: um critério específico reprovou o seu CNPJ. A Lothem identifica qual é, corrige o que trava e acompanha a empresa até o crédito ser liberado.

Descobrir o que reprovou

Por que é assim

No crédito PJ, a garantia é você

Toda operação de crédito tem alguma coisa atrás dela. Capital de giro é a única em que essa coisa não é um bem.

Sem um bem para retomar, a instituição examina a empresa e quem assina por ela. É por isso que a análise de PJ não é um botão que aprova ou nega — é documental, e passa por seis critérios.

Análise de crédito PJ

Motivo não informado

Comprovação de faturamento Ver

A análise só enxerga o que foi declarado. Faturamento real que não aparece no PGDAS ou na ECF dos últimos 90 dias simplesmente não conta — e o limite é calculado sobre o que sobrou.

Capacidade de pagamento Ver

A conta da análise não é a do empresário. Entram o pró-labore, a renda dos sócios que avalizam e o endividamento já registrado no SCR — que sozinho pode travar a operação antes de qualquer outra coisa.

Situação cadastral do CNPJ e dos sócios Ver

Aqui moram os bloqueios mais silenciosos: endereço de funcionamento diferente do que consta no CNPJ, fachada sem o nome registrado, e restrição em nome do cônjuge. Qualquer um deles inviabiliza sozinho.

Tempo de constituição Ver

Abaixo de um ano de atividade, a maior parte das linhas nem abre. É o único dos seis que o tempo resolve sozinho — desde que a proposta chegue na hora certa.

Estrutura societária Ver

Quem assina e em que proporção altera a leitura. E há uma regra que quase ninguém conhece: alteração no quadro de sócios nos últimos seis meses inviabiliza a aprovação, por melhor que seja a empresa.

Adequação entre a linha e o perfil Ver

Cada linha tem política própria, e há teto: em um único banco, o limite costuma ficar entre 30% e 35% do faturamento anual. Pedido acima disso é reprovado por tamanho, não por mérito.

Um destes seis reprovou a sua proposta. O banco sabe qual. Você não.

Tentar de novo cobra caro

Toda consulta e toda proposta enviada fica registrada nos birôs de crédito. Procura intensa é lida como sinal de risco — e cada tentativa nova piora a avaliação da empresa.

Quem leva um não e sai tentando em outros bancos não está apenas perdendo tempo: está estreitando o próprio caminho. Por isso a ordem importa — diagnosticar, corrigir, e só então apresentar.

O caminho

Da recusa até o dinheiro na conta

A leitura do caso é o começo, não a entrega. O acompanhamento vai até a liberação.

  1. Diagnóstico Qual dos critérios travou o caso, e em que ordem mexer.
  2. Estruturação O que bloqueia é corrigido — cadastro, contabilidade, documentação — até a empresa ficar apta à análise.
  3. Viabilização Com o dossiê pronto, identifica-se a linha adequada ao perfil: PRONAMPE, PROCRED, capital de giro, antecipação de recebíveis ou operação com garantia.
  4. Liberação A instituição financeira decide, e o crédito entra na conta da empresa.

Resultados

Cinco empresas que estavam nessa mesma situação

R$ 1,1 mi

Aprovado

22–60

Dias até a aprovação

5

Setores diferentes

Casos atendidos, com situação inicial, resultado e prazo
Setor Antes Depois Prazo
Construção Giro recusado PRONAMPE aprovado 45 dias
Alimentação Recusado 3 vezes R$ 180 mil 22 dias
Supermercado Cartão e giro recusados R$ 355 mil + R$ 46 mil 37 dias
Estética Recusa em banco PROCRED R$ 110 mil 35 dias
Automotivo Recusa após 25 anos de conta PRONAMPE R$ 428 mil 60 dias
O caso dos 25 anos de conta

É o que mais contraria a expectativa. A empresa era correntista havia 25 anos e atravessava um momento difícil quando o crédito foi recusado. Tempo de relacionamento não entra na análise como fidelidade — entra como um fator entre outros, e sozinho não sustenta uma aprovação. O que mudou o resultado foi a reapresentação da empresa dentro dos critérios, não o histórico com a instituição.

Em todos os casos a aprovação foi concedida por instituição financeira, em decisão exclusivamente dela, segundo critérios próprios. Cada caso tem fatores e prazos próprios, e resultado anterior não constitui previsão de resultado futuro.

Contrato

O que cada lado assume

A estruturação tem duas pontas, e as duas estão em cláusula. Nada disso fica no combinado verbal da reunião.

Obrigações de cada parte previstas em contrato
Prazo Seis meses, contados da assinatura.
Cabe à empresa Cumprir as etapas previstas: documentação, prazos e as correções indicadas no plano. A execução acontece dentro do CNPJ do cliente, e sem ela não existe estruturação a apresentar.
Cabe à Lothem Conduzir a estruturação conforme o plano apresentado. Cumprido tudo pela empresa, se a falha for da Lothem o valor pago é devolvido.

A cláusula trata da execução do trabalho, não da decisão do banco — a aprovação segue sendo ato exclusivo da instituição financeira. A empresa que não cumpre as etapas previstas não tem a garantia.

Quem conduz

Rebeca Macedo

Análise de crédito

Três anos como analista de crédito, do lado da mesa em que a proposta vira aprovada ou negada.

Ivan Silvestre

Engenharia de automação

Cuida da operação técnica: organiza os dados de cada caso e mantém o processo rodando entre o diagnóstico e a liberação.

O que acontece nos 30 minutos
  • Contexto. Qual linha foi pedida, em qual instituição e o que veio como resposta.
  • Leitura dos critérios. Os seis aplicados ao seu caso, com a indicação de quais provavelmente reprovaram.
  • Caminho e ordem. O que precisa ser corrigido e em que sequência — mexer no lugar errado primeiro não adianta.
O que este encontro não é
  • Não é promessa de aprovação. A decisão é da instituição financeira. Quem garante aprovação está vendendo o que não controla.
  • A Lothem não é banco nem financeira. Não capta recursos e não concede crédito. Quem decide e libera é sempre a instituição financeira.
  • Não é consulta de score. Score é consequência. O trabalho é sobre os critérios que produzem o resultado.
  • Não é reunião comercial disfarçada. Sai de lá com a leitura do caso, tendo contratado algo ou não.

Agendamento

Doze perguntas, dois minutos

Com elas respondidas, os trinta minutos são gastos na análise. Sem elas, metade do encontro vai embora perguntando o básico.

Usado para confirmar o horário e enviar o lembrete.
Define se existe caminho por antecipação de recebíveis, que aprova com mais facilidade.

Faltou preencher algum campo. Confira acima.

Os horários aparecem na tela seguinte, depois das respostas.

Horários

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